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sexta-feira, 1 de junho de 2012
RIO+20 no Parque Lage
quinta-feira, 31 de maio de 2012
EVENTOS DURANTE A RIO+20
EVENTOS DURANTE A RIO+20
>> Green Nation Fest - Festival com entrada gratuita acontece de 31 de maio a 7 de junho no Rio, das 8h às 17h na Quinta da Boa Vista.
>> Green Nation Fest - Festival com entrada gratuita acontece de 31 de maio a 7 de junho no Rio, das 8h às 17h na Quinta da Boa Vista.
Os debates/seminários acontecem de 5 a 7 de junho, das 10h às 18h, no Auditório do Museu Nacional, na Quinta da Boa Vista.
>> Design for change Brasil - 03/06 - 17h - Gávea
>> Semana de meio ambiente - Puc Rio - http://www.nima.puc-rio.br/ index.php/pt/todas-as-notas/ 3607-18-semana-do-meio- ambiente
A PUC-Rio realizará a XVIII edição da Semana do Meio Ambiente, que será nos dias 4, 5 e 6 de junho.
>> TEDxRio+20 - 11 e 12 de junho / Forte de Copacabana
>> Fórum de Ciência, Tecnologia e Inovação para o Desenvolvimento Sustentável - PUC- RIo 11- 15/06
>> Cúpula dos povos - 15 a 23 de junho - ficar atento as incrições para pessoas físicas. - Aterro do flamengo
>> Fórum de Empreendedorismo social - 15 a 17 de junho - Forte de Copacabana
>> Humanidade 2012 - 11 a 22/06 de junho - - Forte de Copacabana
>> Evento internacional Fair ideas (Ideias Justas), organizado pela IIED, que ocorrerá nos dias 16 e 17 de Junho - PUC-Rio
>> FIB RJ - evento FELICIDADE INTERNA BRUTA É TEMA DE ENCONTRO NO BRASIL - 19 de junho
>> Occupy Praça Tiradentes - Fibra Design - 23/06 - dia todo de atividades exposição, jogos, filmes,danças, etc..
>> TEDxJardim Botanico - 22 de agosto (inscrições serão abertas em breve)
quarta-feira, 30 de maio de 2012
Hoje é dia de levantar a sua voz pela Rio+20
Então...
Há algumas ressalvas quanto a maneira que essa campanha foi pensada.
[discurso meio generalizado onde coloca todos como tendo os mesmos interesses e necessidades no "debate ambiental"]
Ainda assim, acho que vale o exemplo de como mobilizar um público leigo e ainda não engajado em manifestações desse tipo.
Me interessa muito ver quais são os mecanismos usados para mobilização nesse universo virtual
(redes sociais e cia...)
No meio de uma greve nacional na educação, isso vale por 2 alias...
O espaço de debate mais democrático tem sido o Facebook
(tb não to falando que isso é bom necessariamente)
Aqui, tô falando da técnica \ estratégia de marketing usada pela ONU nesse caso.
O discurso que tá sendo veiculado, aí são outros 500... =P
Take a look...
Hoje, 30 de maio, é dia de levantar a voz nas redes sociais pelo Futuro que Nós
Queremos (www.ofuturoquenosqueremos. org.br) para o Planeta.
Faltam apenas três semanas para a Rio+20 e ainda dá tempo de unir nossas
forças.
No Twitter use as hashtags #RioMais20, # FutureWeWant e #eusounos e dê a sua mensagem
sobre o Futuro
que Nós Queremos.
No Facebook, compartilhe as fotos e os vídeos da campanha. Acessem a galeria em:http://on.fb.me/MUdqsj
Participe também pelo Google+ e pelo Youtube nos endereços http://gplus.to/ ONUBrasile http://www.youtube. com/unicrio
Contamos com você!
Há algumas ressalvas quanto a maneira que essa campanha foi pensada.
[discurso meio generalizado onde coloca todos como tendo os mesmos interesses e necessidades no "debate ambiental"]
Ainda assim, acho que vale o exemplo de como mobilizar um público leigo e ainda não engajado em manifestações desse tipo.
Me interessa muito ver quais são os mecanismos usados para mobilização nesse universo virtual
(redes sociais e cia...)
No meio de uma greve nacional na educação, isso vale por 2 alias...
O espaço de debate mais democrático tem sido o Facebook
(tb não to falando que isso é bom necessariamente)
Aqui, tô falando da técnica \ estratégia de marketing usada pela ONU nesse caso.
O discurso que tá sendo veiculado, aí são outros 500... =P
Take a look...
[ campanha de mobilização popular da ONU para a Rio +20 ]
Convide seus amigos, parceiros e familiares a
garantir resultados concretos para a maior Conferência sobre Desenvolvimento Sustentável
da História. As melhores mensagens serão divulgadas pela ONU no Brasil no mesmo
dia.
Estratégia de ação
para quarta-feira (30/05):
No Twitter use as hashtags #RioMais20, #
No Facebook, compartilhe as fotos e os vídeos da campanha. Acessem a galeria em:http://on.fb.me/MUdqsj
Participe também pelo Google+ e pelo Youtube nos endereços http://gplus.to/
Contamos com você!
[ campanha de mobilização popular da
ONU para a Rio +20 ]
sexta-feira, 25 de maio de 2012
A história do Comércio de Carbono [ Cap & Trade ]
A história do Comércio de Carbono
Para aqueles que já viram, curtiram e difundiram o vídeo “A História das Coisas”, vai aqui outra dica.
“A História do Comércio de Carbono” ou Story of Cap and Trade, filme lançado em 2009, que em 10 minutos explicita as falsas soluções e perigosas distrações que bloqueiam o real enfrentamento das mudanças climáticas – como as compensações de emissões, comércio de carbono, plantações, etc – que foram negociadas na CoP15, conferência que teve início em 7/12.
http://youtu.be/pA6FSy6EKrM
http://youtu.be/pA6FSy6EKrM
sexta-feira, 11 de maio de 2012
Cúpula dos Povos na Rio + 20
Cúpula dos Povos
O Comitê Facilitador da Sociedade Civil Brasileira para a Rio+20 chama as organizações da sociedade civil e movimentos sociais e populares de todo o Brasil e do mundo para participar do processo que culminará na realização, em junho de 2012, do evento autônomo e plural, provisoriamente denominado Cúpula dos Povos da Rio+20 por Justiça Social e Ambiental, paralelo à Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (UNCSD).
Há vinte anos, a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento (Rio 92) e o ciclo social de conferências das Nações Unidas que a ela se seguiu discutiram os problemas globais que afetam a humanidade e pactuaram uma série de propostas para enfrentá-los (as Convenções sobre Mudanças Climáticas, Biodiversidade, Desertificação, a Agenda 21, Carta da Terra, Declaração sobre Florestas, Declaração de Durban, entre outras). Mas aquilo que deveria ter sido o início da reversão das situações de miséria, injustiça social e degradação ambiental frustrou boa parte das esperanças depositadas nesse processo.
Sete bilhões de seres humanos vivem hoje as seqüelas da maior crise capitalista desde a de 1929. Vivem o aumento gigantesco da desigualdade social e da pobreza extrema, com a fome afligindo diretamente um bilhão de pessoas. Presenciam guerras e situações de violência endêmica e o crescimento do racismo e da xenofobia.
O sistema de produção e consumo capitalista, representado pelas grandes corporações, mercados financeiros e os governos que asseguram a sua manutenção, produz e aprofunda o aquecimento global e as mudanças climáticas, a perda de biodiversidade, a escassez de água potável, o aumento da desertificação dos solos e da acidificação dos mares, em suma, a mercantilização de todas as dimensões da vida.
Enquanto estamos vivenciando uma crise civilizatória inédita, governos, instituições internacionais, corporações e amplos setores das sociedades nacionais, presos ao imediato e cegos ao futuro, agarram-se a um modelo de economia, governança e valores ultrapassado e paralisante. A economia capitalista, guiada pelo mercado financeiro global, continua apoiada na busca sem limites do lucro, na superexploração do trabalho – em especial o trabalho das mulheres e dos setores mais vulneráveis –, na queima dos combustíveis fósseis, na predação dos ecossistemas, no desenvolvimento igualado ao crescimento, na produção pela produção – baseada na descartabilidade e no desperdício e sem consideração pela qualidade da existência vivida.
Diante de tal conjuntura, o momento político propiciado pela Rio+20 constitui uma oportunidade única para “reinventar o mundo”, apontando saídas para o perigoso caminho que estamos trilhando. Mas, julgando pela ação dos atores hegemônicos do sistema internacional e pela mediocridade dos acordos internacionais negociados nos últimos anos, suas falsas soluções e a negligência de princípios já acordados na Rio92, entendemos que se não devemos deixar de buscar influenciar sua atuação, tampouco devemos ter ilusões que isso possa relançar um ciclo virtuoso de negociações e compromissos significantes para enfrentar os graves problemas com que se defronta a humanidade e a vida no planeta.
Entendemos que a agenda necessária para uma governança global democrática pressupõe um fim da condição atual de captura corporativa dos espaços multilaterais. Uma mudança somente virá da ação dos mais variados atores sociais: diferentes redes e organizações não-governamentais e movimentos sociais de distintas áreas de atuação, incluindo ambientalistas, trabalhadores/as rurais e urbanos, mulheres, juventude, movimentos populares, povos originários, etnias discriminadas, empreendedores da economia solidária, etc. Necessitamos construir um novo paradigma de organização social, econômica e política que – partindo das experiências de lutas reais destes setores e da constatação de que já existem condições materiais e tecnológicas para que novas formas de produção, consumo e organização política sejam estabelecidas – potencializem sua atuação.
A Rio+20 será um importante ponto na trajetória das lutas globais por justiça social e ambiental. Ela se soma ao processo que estamos construindo desde a Rio-92 e, em especial, a partir de Seattle, FSM, Cochabamba e que inclui as lutas por justiça climática para a COP 17 e frente ao G20. Este momento contribuirá para acumularmos forças na resistência e disputa por novos paradigmas baseados na defesa da vida e dos bens comuns. Assim, convidamos todos e todas para um primeiro seminário preparatório desta Cúpula dos Povos, no dia 2 de julho de 2011, na cidade do Rio de Janeiro para – juntos e juntas – construirmos um processo que culminará em nosso encontro em junho de 2012 e se desdobrará em novas dinâmicas
Para entender a dinâmica da Cúpula dos Povos na Rio + 20
Documento Guia
Dinâmica e Metodologia da Cúpula dos Povos na Rio+20 por Justiça Social e Ambiental, contra a mercantilização da vida e em defesa dos bens comuns
Objetivos da Cúpula dos Povos
- Marcar um posicionamento frente à pauta da conferência oficial Rio+20: crítico à economia verde, no marco das falsas soluções, e ao debate insuficiente sobre governança global;
- Visibilizar as lutas dos povos frente ao modelo existente e suas formas de exploração a nível global, em particular no Brasil e na América Latina, e ao mesmo tempo estreitar os laços de solidariedade e fortalecer os atores sociais nos espaços simbólicos de luta popular no Rio de Janeiro e no Brasil;
- Apresentar propostas teóricas e práticas, as soluções dos povos que já estão em construção frente às crises sistêmicas;
- Acumular forças para o pós-Rio+20, recompor pautas de luta dos movimentos no marco político da luta anticapitalista, expressando a luta de classes, antirracista, antipatriarcal, anti-homofóbica, contra a mercantilização da vida e da natureza, em defesa dos bens comuns, contra a ofensiva do capital nos territórios e contra a perda dos direitos;
- Produzir agenda comum de lutas mundiais e posições convergentes, construídas a partir do que os movimentos sociais e organizações da sociedade civil trazem de acúmulo e processos em curso, que se traduzem durante o processo de preparação da Cúpula dos Povos e durante a Cúpula.
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